Fui alegre que nem acredito-me
Sou outro. Hoje, um monstro feio, enojado com a existência. Fui ao mercado Aprendi não mais ser eu mesmo, alegre, e estabanado. Perguntei com pinças nas palavras se estava triste Aquela carinha de dor olhou-me a quase não dizer “A vida, as feias experiências me fizeram assim. Tenho essa cara sempre.” Num bonito acento carregado deu um riso entristecido” “É assim.” E era o que é. Perguntei com máscara cirúrgica de onde veio. “Bahia.” Muito quente, dava-se para ver as ações reconhecidas nos rios que entram no mar com as forças olorosas da legalidade. Fiquei ainda mais passado, parvo. Um mundo todo alegre: a seriedade imponente, orgulhosa, de uma beleza silenciosa, e a sensação de invasão em um mundo em que todas as diferenças são iguais. Alguém pode chegar e chegará para pôr ordem a qualquer ato desagradável de misericórdia. Queria que viessem todos, haveria uma quietude alegre e elegante de uma honra que obedecesse o ambiente. Seriam vizinhos. Poderia ler. Antes de carregar os man...