Nadar

Agora voltar para dentro, virar letras, derrubar palavras. Cuidar da matéria viva que anda escorregando das mãos. Pegar o tento, os pontos do jogo que vêm em caixinhas,e marcar cada dia a partida. Meditar e transcender o ilusório. Nadar é para sempre. Sempre nada. E viver pode ser depois de tudo. Por isso alegria, dobrar o rosto no riso. Marcar na face o temporal para curtir a estiagem. Exige-se prática. A economia do amor paga com juros felicidade.

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