Choveu e as águas dormiram Cantilena da descida Poças sujas, doces, luminescentes Foram nuvens Agora borbulham aglutinadas, sempre partem Reflexo do que foram Arrastam-se pelos canais, lavam as valas imundas, e são caudalosos rios Esgotos planejados Esticadas em sonhos, dançam nos excrementos, vaporosas, gélidas, congeladas Serão neblinas, o rocio a se erguer, luzes de orvalho, garoa, temporais Oceanos envelhecidos, renovados Caem agora suavemente O razo tropel das profundezas
Comentarios
Publicar un comentario