Quer saber tempestade?
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Olha, a gente está aqui. A intimidade e cotoveladas, o pássaro nem sempre voa.
É uma licença controlada, igual à rua, e isso não passa de propriedade, e de privada. Então, o melhor voo é chato. A viagem não tem caminho, o que importa é o pouso onde possa ser feliz. Bate asas, axilas necessitam de perfumes. Leva um balde d’água, beba cultura e tome banho em alguma livraria. Já disse tudo. Onde estamos é quando desaparecemos. Brinque de estátua, menos frente ao espelho, porque não há quem possa dizer a palavra livre.
Veja, desaparecemos todos os dias, parece piada. Mas poucos conseguem à seriedade de sem-motivo rir da brincadeira. Dessa vez fica assim. Compreendo até o garrancho da letra. E sabe, uma pessoa como você, alguém assim cheia disso tudo, não dá, com má água no coração. Se livra do mal. E não sou amigo, sabe bem, sou pai, beijos, vê se chove.
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